quarta-feira, 20 de setembro de 2017

VIVER COM OUSADIA

O QUE SIGNIFICA VIVER COM OUSADIA?
Não é o crítico que importa; nem aquele que aponta onde foi que o homem tropeçou ou como o autor das façanhas poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que está por inteiro na arena da vida, cujo rosto está manchado de poeira, suor e sangue; que luta bravamente; que erra, que decepciona, porque não há esforço sem erros e decepções; mas que, na verdade, se empenha em seus feitos; que conhece o entusiasmo, as grandes paixões; que se entrega a uma causa digna; que, na melhor das hipóteses, conhece no final o triunfo da grande conquista e que, na pior, se fracassar,
ao menos fracassa ousando grandemente.


Trecho do discurso “Cidadania em uma República”
(ou “O Homem na Arena”), proferido na Sorbonne
por Theodore Roosevelt, em 23 de abril de 1910.



As palavras do ex-presidente americano ecoam tudo o que aprendi em mais de uma década de pesquisa sobre vulnerabilidade. Vulnerabilidade não é conhecer vitória ou derrota; é compreender a necessidade de ambas, é se envolver, se entregar por inteiro.

Vulnerabilidade não é fraqueza; e a incerteza, os riscos e a exposição emocional que enfrentamos todos os dias não são opcionais. Nossa única escolha tem a ver com o compromisso. A vontade de assumir os riscos e de se comprometer com a nossa vulnerabilidade determina o alcance de nossa coragem e a clareza de nosso propósito. Por outro lado, o nível em que nos protegemos de ficar vulneráveis é uma medida de nosso medo e de nosso isolamento em relação à vida.

Quando passamos uma existência inteira esperando até nos tornarmos à prova de bala ou perfeitos para entrar no jogo, para entrar na arena da vida, sacrificamos relacionamentos e oportunidades que podem ser irrecuperáveis, desperdiçamos nosso tempo precioso e viramos as costas para os nossos talentos, aquelas contribuições exclusivas que somente nós mesmos podemos dar.

Ser “perfeito” e “à prova de bala” são conceitos bastante sedutores, mas que não existem na realidade humana. Devemos respirar fundo e entrar na arena, qualquer que seja ela: um novo relacionamento, um encontro importante, uma conversa difícil em família ou uma contribuição criativa. Em vez de nos sentarmos à beira do caminho e vivermos de julgamentos e críticas, nós devemos ousar aparecer e deixar que nos vejam. Isso é vulnerabilidade. Isso é a coragem de ser imperfeito. Isso é viver com ousadia.

Trecho do Livro:  A Coragem de Ser Imperfeito de Brené Brown 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

CRENTES



Pedro apresenta cinco elementos cruciais que devem caracterizar qualquer grupo de crentes:
(1) harmonia, ao procurar as mesmas metas e objetivos;
(2) compaixão, ao responder às necessidades de outros;
(3) amor, ao ver e tratar a outros como irmãos;
(4) comunhão, ao ser sensíveis em nosso afeto e interesse; e
(5) humildade, ao procurar animar aos outros e se alegrar com os triunfos de outros.
Estas cinco qualidades são de grande ajuda para que os crentes possam servir a Deus com eficiência.

Fonte: Um No Senhor

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Permanecer



Pedro escreveu sua primeira carta pouco antes do imperador Nero iniciar a perseguição dos cristãos em Roma e em todo império. Temendo por sua vida, Pedro negou três vezes conhecer a Jesus (João 18:15-27); agora, tendo aprendido a permanecer firme em um mundo malvado, anima outros que enfrentam perseguição por sua fé. Pedro mesmo viveu de acordo com as palavras que escreveu, já que foi martirizado por sua fé. Os que se mantem firmes em Cristo serão perseguidos, porque o mundo sofre nas mãos dos inimigos de Cristo. Mas assim como o pequeno grupo de crentes da Igreja primitiva se manteve firme frente à perseguição, de igual modo devemos estar dispostos a defender nossa fé com a paciência, a força e o valor que Pedro mostrou.

Fonte: Um No Senhor

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A Manifestação do Amor

LeituraI João 4. 9 e 10

Infelizmente, muitos imaginam Deus como um Ser distante, carrancudo, velhinho, apático, sombrio e vingativo – está é uma visão errada de Deus.

“Já antes da vinda de Cristo ao mundo, as grandes nações filosóficas, Grécia, China e Índia, haviam completado suas filosofias  e, depois delas, nada de significativo surgiu. Baseadas  nessas filosofias, surgiram também religiões, mas nenhuma delas se assemelha ao Evangelho, pois a religião é a busca do homem a Deus, por isso há muitas religiões. Mas o Evangelho é Deus buscando o homem, por isso, há um só Evangelho”  (E. Stanley Jones)

Deus, sendo amor, nunca desistiu de Ser repartir com as pessoas. Mesmo quando as pessoas desobedecerem a Deus e contraíram uma divida impagável, ele planejou enviar o Messias para pagar a dívida e restaurar o relacionamento. Essa dói a demonstração concreta e inquestionável do amor de Deus.  
(João 15.13)

Cristo, pela Sua expiação, removeu a barreira que impedia a comunhão com Deus. Esse amor é incondicional, espontâneo, busca o bem de outrem à causa do seu próprio bem e se sacrifica pelo outro. Nisso consiste o amor.


Trecho:  Lição “ Nós amamos com Deus nos ama?
Revista: Vivendo o Amor de Deus – Estudos nas cartas de João
Editora Cristã Evangélica

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

UMA QUESTÃO DE EXERCÍCIO DA FÉ



A carta de Tiago começa trazendo sábios conselhos que nos ajudam a perceber como o caminho com cristo transforma nossas atitudes. A verdade é que as palavras de Tiago imediatamente nos confrontam quanto a uma série de implicações práticas e pessoais da fé viva e verdadeira.

Tiago 1. 2-4
Trata de nossa atitude em relação às provações. Tiago nos convida a aceitar com alegria provações e dificuldades. Não porque elas em si sejam agradáveis, mas porque enxergamos além da experiência presente e prevemos os resultados, como crescimento e amadurecimento da fé.

Tiago 1.5-8
Aprendemos sobre a nossa expectativa em relação à ajuda de Deus. Tiago nos lembra de que nosso Deus é doador; e um dos seus presentes é a sabedoria. Lembremos que essa sabedoria é pratica: é a capacidade de aplicar verdades espirituais a decisões diárias.

A partir  do verso 19, Tiago começa a mostrar o quanto a nossa fé em cristo deve transformar e moldar nossas atitudes para com as pessoas com quem convivemos diariamente. Ele traz outros ricos conselhos que podem nos ajudar a fazer com que as atitudes de casa dia se tornem mais parecidas com as de Jesus.


Trecho: Lição "Princípios para a Mutualidade"
Revista:  Mega Teem – Cooperação  
Editora Cristã Evangélica

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Provações Necessárias

Ler.: 1 Pedro  1.6

Todas as coisas precisam ser provadas, experimentadas, exercitadas na sua força, no seu poder, no seu valor e na sua eficiência. E assim é com o crente. Não somente pelo beneficio pessoal que lhe advirá disso, como também pelo testemunho que oferecerá nas suas vitórias perante o mundo.

Pedro agora percebia que as experiências se desagradáveis de fracassos e provações, pelas quais passou no discipulado, foram de extremo valor para ele. 

Foi assim que aprendeu a ser vigilante, a ser paciente, a ser moderado e humilde, a depender menos de si mesmo e a confira –se mais á direção do Senhor.

Mas os crentes não são expostos á provação por acaso ou fatalidade.  Os problemas que enfrentam têm relação com a vontade de Deus para eles. Observe o que Pedro diz: “se necessário, sejais..” (v.6 versão ARA). A necessidade decorre da própria natureza do plano divino para nós. Nesta carta, falando aos mesmos leitores, o apostolo afirma: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de nós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (I Pedro 4.12). Quando Jesus disse aos discípulos que era necessário que o Filho do Homem fosse a Jerusalém e padecesse muito, eles não compreenderam o valor da expressão “era necessário” , e começaram, com Pedro à frente mais do que os outros, a repreender a Jesus (Mt  16.21-22). Agora é o mesmo Pedro que, aprendida a lição, ensina aos crentes a necessidade e a importância das provações. 

Trecho: Lição "A dura experiência das provações"
(Revista: Cartas de Pedro e Judas – Editora Cristã Evangélica)

sábado, 5 de agosto de 2017

Mágoa



A mágoa é como uma gaiola onde coloco todas as pessoas que me magoaram. Antes de colocá-las ali, nomeei a mim mesmo como seu juiz e carcereiro. 

Com o tempo, percebi que esta gaiola é o meu próprio coração e que eu conservava todas aquelas pessoas muito perto de mim. Mais perto do que eu gostaria. 

Depois de algum tempo notei que havia uma chave no meu bolso e ao examiná-la, vi que a chave da gaiola estava comigo o tempo todo. Foi então, que resolvi abrir a porta da gaiola e deixar todas aquelas pessoas voarem como se fossem pássaros.

Experimente ver se ainda tem uma gaiola em suas mãos e, exonerar a si mesmo da posição de juiz e carcereiro, na qual se auto nomeou, então quebre as paredes desta gaiola e deixe todos os seus pássaros voarem.
➡Conheci alguém que colocou seu pai nesta gaiola e olhava pra ele, dizia: Viu o que você fez comigo? 
➡Professores, ofensores, perseguidores, maldizentes e traidores estão presos na gaiola de muita gente que gasta um bom tempo olhando para elas e dizendo: — viu o que você fez comigo? 
E tantos outros:  
.....viu o que você fez comigo?    
.....viu o que você fez comigo?
.....viu o que você fez comigo?

Depois olhe para si próprio, não culpe mais a ninguém por causa do seu sofrimento. 
Alguns destes resultados podem ter sido pelas nossas escolhas. Você não está segurando a gaiola, ela é que está segurando você. 

Soltando-os, você será o primeiro a se libertar. Decida que não mais ficará preso ao chão. Experimente bater suas asas, comece a voar e alcance alturas incríveis. 

Sugiro que você imagine cada uma destas pessoas desfilando na sua frente (só imagine), mesmo aquelas que já morreram, e lhes diga o seguinte: (fulano)! Eu te perdoo.  Diga mais para eles: — Quanto a você, está liberado. Pode voar a vontade e quanto mais alto você voar, eu também votarei. 

Texto Adaptado.
Autor Desconhecido