quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A Manifestação do Amor

LeituraI João 4. 9 e 10

Infelizmente, muitos imaginam Deus como um Ser distante, carrancudo, velhinho, apático, sombrio e vingativo – está é uma visão errada de Deus.

“Já antes da vinda de Cristo ao mundo, as grandes nações filosóficas, Grécia, China e Índia, haviam completado suas filosofias  e, depois delas, nada de significativo surgiu. Baseadas  nessas filosofias, surgiram também religiões, mas nenhuma delas se assemelha ao Evangelho, pois a religião é a busca do homem a Deus, por isso há muitas religiões. Mas o Evangelho é Deus buscando o homem, por isso, há um só Evangelho”  (E. Stanley Jones)

Deus, sendo amor, nunca desistiu de Ser repartir com as pessoas. Mesmo quando as pessoas desobedecerem a Deus e contraíram uma divida impagável, ele planejou enviar o Messias para pagar a dívida e restaurar o relacionamento. Essa dói a demonstração concreta e inquestionável do amor de Deus.  
(João 15.13)

Cristo, pela Sua expiação, removeu a barreira que impedia a comunhão com Deus. Esse amor é incondicional, espontâneo, busca o bem de outrem à causa do seu próprio bem e se sacrifica pelo outro. Nisso consiste o amor.


Trecho:  Lição “ Nós amamos com Deus nos ama?
Revista: Vivendo o Amor de Deus – Estudos nas cartas de João
Editora Cristã Evangélica

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

UMA QUESTÃO DE EXERCÍCIO DA FÉ



A carta de Tiago começa trazendo sábios conselhos que nos ajudam a perceber como o caminho com cristo transforma nossas atitudes. A verdade é que as palavras de Tiago imediatamente nos confrontam quanto a uma série de implicações práticas e pessoais da fé viva e verdadeira.

Tiago 1. 2-4
Trata de nossa atitude em relação às provações. Tiago nos convida a aceitar com alegria provações e dificuldades. Não porque elas em si sejam agradáveis, mas porque enxergamos além da experiência presente e prevemos os resultados, como crescimento e amadurecimento da fé.

Tiago 1.5-8
Aprendemos sobre a nossa expectativa em relação à ajuda de Deus. Tiago nos lembra de que nosso Deus é doador; e um dos seus presentes é a sabedoria. Lembremos que essa sabedoria é pratica: é a capacidade de aplicar verdades espirituais a decisões diárias.

A partir  do verso 19, Tiago começa a mostrar o quanto a nossa fé em cristo deve transformar e moldar nossas atitudes para com as pessoas com quem convivemos diariamente. Ele traz outros ricos conselhos que podem nos ajudar a fazer com que as atitudes de casa dia se tornem mais parecidas com as de Jesus.


Trecho: Lição "Princípios para a Mutualidade"
Revista:  Mega Teem – Cooperação  
Editora Cristã Evangélica

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Provações Necessárias

Ler.: 1 Pedro  1.6

Todas as coisas precisam ser provadas, experimentadas, exercitadas na sua força, no seu poder, no seu valor e na sua eficiência. E assim é com o crente. Não somente pelo beneficio pessoal que lhe advirá disso, como também pelo testemunho que oferecerá nas suas vitórias perante o mundo.

Pedro agora percebia que as experiências se desagradáveis de fracassos e provações, pelas quais passou no discipulado, foram de extremo valor para ele. 

Foi assim que aprendeu a ser vigilante, a ser paciente, a ser moderado e humilde, a depender menos de si mesmo e a confira –se mais á direção do Senhor.

Mas os crentes não são expostos á provação por acaso ou fatalidade.  Os problemas que enfrentam têm relação com a vontade de Deus para eles. Observe o que Pedro diz: “se necessário, sejais..” (v.6 versão ARA). A necessidade decorre da própria natureza do plano divino para nós. Nesta carta, falando aos mesmos leitores, o apostolo afirma: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de nós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (I Pedro 4.12). Quando Jesus disse aos discípulos que era necessário que o Filho do Homem fosse a Jerusalém e padecesse muito, eles não compreenderam o valor da expressão “era necessário” , e começaram, com Pedro à frente mais do que os outros, a repreender a Jesus (Mt  16.21-22). Agora é o mesmo Pedro que, aprendida a lição, ensina aos crentes a necessidade e a importância das provações. 

Trecho: Lição "A dura experiência das provações"
(Revista: Cartas de Pedro e Judas – Editora Cristã Evangélica)

sábado, 5 de agosto de 2017

Mágoa



A mágoa é como uma gaiola onde coloco todas as pessoas que me magoaram. Antes de colocá-las ali, nomeei a mim mesmo como seu juiz e carcereiro. 

Com o tempo, percebi que esta gaiola é o meu próprio coração e que eu conservava todas aquelas pessoas muito perto de mim. Mais perto do que eu gostaria. 

Depois de algum tempo notei que havia uma chave no meu bolso e ao examiná-la, vi que a chave da gaiola estava comigo o tempo todo. Foi então, que resolvi abrir a porta da gaiola e deixar todas aquelas pessoas voarem como se fossem pássaros.

Experimente ver se ainda tem uma gaiola em suas mãos e, exonerar a si mesmo da posição de juiz e carcereiro, na qual se auto nomeou, então quebre as paredes desta gaiola e deixe todos os seus pássaros voarem.
➡Conheci alguém que colocou seu pai nesta gaiola e olhava pra ele, dizia: Viu o que você fez comigo? 
➡Professores, ofensores, perseguidores, maldizentes e traidores estão presos na gaiola de muita gente que gasta um bom tempo olhando para elas e dizendo: — viu o que você fez comigo? 
E tantos outros:  
.....viu o que você fez comigo?    
.....viu o que você fez comigo?
.....viu o que você fez comigo?

Depois olhe para si próprio, não culpe mais a ninguém por causa do seu sofrimento. 
Alguns destes resultados podem ter sido pelas nossas escolhas. Você não está segurando a gaiola, ela é que está segurando você. 

Soltando-os, você será o primeiro a se libertar. Decida que não mais ficará preso ao chão. Experimente bater suas asas, comece a voar e alcance alturas incríveis. 

Sugiro que você imagine cada uma destas pessoas desfilando na sua frente (só imagine), mesmo aquelas que já morreram, e lhes diga o seguinte: (fulano)! Eu te perdoo.  Diga mais para eles: — Quanto a você, está liberado. Pode voar a vontade e quanto mais alto você voar, eu também votarei. 

Texto Adaptado.
Autor Desconhecido

quarta-feira, 21 de junho de 2017

SOFRIMENTO

Por: Ed René Kivitz

O sofrimento pode ser o caminho através do qual chegamos às nossas verdades. A estrada pela qual chegamos à maturidade atravessa, necessariamente, a escuridão e a solidão. A escuridão, porque sofrer implica perder as referências, desdenhar das explicações, questionar os clichês e aventurar perguntas. 
A escuridão é o momento quando não caminhamos porque vemos, mas porque intuímos, recordamos e temos fé. Intuímos o rumo certo pelo tanto que já caminhamos, recordamos as experiências aprendidas em momentos semelhantes no passado e andamos por fé, que supera as trevas, prescinde de explicações e transcende as certezas. A solidão é imprescindível na trilha do sofrimento. A dor pode ser compartilhada, mas jamais transferida. Pode ser percebida, mas não capturada. Pode até ser escondida, mas nunca suprimida. Quem sofre, sofre sempre em solidão. Não necessariamente porque lhe falta boa e providencial companhia, mas porque todo sofrimento pessoal, em sua dimensão mais profunda e essencial, é intransferível.

O sofrimento tem sua realidade particular, e não pode ser diferente: cada um sofre por uma razão, é vitimado em áreas distintas, por motivos diversos e com respostas as mais variadas, num dégradé de resiliência que vai da meninice do chororô ao heroísmo quase estóico, incluído entre os tons das cores a grandeza da fé, resignada e esperançosa, e por isso engajada e mobilizadora.
O sofrimento desperta para o ético e o estético. Convoca virtudes adormecidas a que subam ao palco: coragem, perseverança, paciência, honradez, respeito à vida. Possibilita o lapidar do caráter, apara arestas, harmoniza as formas, faz irromper a beleza escondida na frieza do coração.

O sofrimento quebranta orgulhosos, vaidosos e prepotentes, faz desmoronar intransigentes, legalistas e moralistas. Como o martelo do escultor, retira os excessos da pedra e dá à luz o belo, o sublime, o deslumbrante. Quem sofre descobre seus limites, identifica verdadeiras amizades, vislumbra novos horizontes, abre a mente para novas verdades e o coração para novos amores. 

O sofrimento produz compaixão, evoca misericórdia, gera solidariedade. O sofrimento cria caminhos para arrependimentos e confissões, subverte juízos e sentenças, possibilita aproximações e reconciliações.

O sofrimento coloca homens, mulheres, velhos e crianças, de joelhos. Faz com que os olhos procurem os céus. Dilata a alma para o mistério, conclama o espírito para o inefável, inspira poesias e canções, faz surgir nos lábios o perfeito louvor. Quem sofre aprende a perdoar e pedir perdão. Ganha a oportunidade de colocar o rosto no chão, em clamor e oração. O sofredor jamais chora em vão. Deus habita também a sombra e a escuridão.

O sofrimento é o ônus do viver, o custo do amor, a paga pelo crescimento, o preço da maturidade. Viver é muito perigoso, já dizia Guimarães. Amar é muito precioso. Crescer é muito doloroso. Amadurecer é muito custoso. Crer é coisa de teimoso.

O sofrimento diminui o poder da morte, dissolve a crueldade da indiferença, envergonha a pequenez da alma, desmascara o mundo de mentirinha da ingênua infância, quebra a maldição da incredulidade. Aceitar a realidade e inevitabilidade do sofrimento é escolher a vida, decidir amar, optar pela plenitude, apostar na fé.

sábado, 17 de junho de 2017

A Família e o Desafio da Saúde Integral

“Partiu, pois, a Sunamita e foi ter com o homem de Deus, ao monte Carmelo; e sucedeu que, vendo-a de longe o homem de Deus, disse a Geazi, seu moço: Eis aí a sunamita; corre-lhe ao encontro e pergunta-lhe: Vais bem? Vai bem teu marido? Vai bem teu filho? Ela respondeu: Vai bem.” (2Rs 4.25,26)

Quando o profeta Eliseu passou pela cidade de Suném (2Rs 4.8), ele foi convidado por uma sunamita e seu esposo, ricos, e sem filhos, para comer com eles. A partir da compreensão de que Eliseu era “um santo homem de Deus” (4.9), eles resolveram fazer um pequeno quarto em cima do muro, com uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro. Eliseu passou não apenas a comer, mas também a pernoitar ali. Eliseu profetizou que a sunamita teria um filho, o que de fato aconteceu depois de um ano (4.17). Quando o menino cresceu e estava no campo com seu pai, teve uma aguda dor de cabeça. O pai mandou leva-lo à mãe (4.19), mas o menino não resistiu e acabou morrendo. A sunamita então, colocou a criança morta sobre a cama do homem de Deus (4.21), e procurou o seu marido para dizer-lhe que ela ia ao encontro de Eliseu (4.22). Estranhando a repentina viagem, o homem perguntou à esposa: “Por quê? Não é lua nova nem sábado!” (4.23) Ao que ela respondeu: “Tudo vai bem!”, e partiu. Quando chegou perto do Monte Carmelo, Eliseu mandou perguntar-lhe: “Vais bem? Vai bem teu marido? Vai bem teu filho?” E ela mais uma vez respondeu: “Vai bem”. A história prossegue e ela revela a sua amargura, resultando na recuperação da vida e da saúde da criança.

Marido e mulher eram ricos, tinham sensibilidade espiritual, tratavam com desvelo o profeta do Senhor e investiam na obra de Deus, mas tinham problemas em assumir a responsabilidade pelo bem-estar do filho, além de dificuldades de comunicação. Eles estavam bem em alguns aspectos, mas nem tudo ia bem. O que se destaca aqui é a sunamita afirmando categoricamente que tudo ia bem, quando na verdade a criança estava morta.

Como vai a saúde da família brasileira? Tem bem-estar material, mas não experimenta bem-estar conjugal? Apresenta atitudes religiosas compatíveis com o que se espera, mas no fundo vive distorções e desvios espirituais profundos? Tem aparência e nome de que vive, mas está morta (conforme Apocalipse 3.1)? Como vai a saúde da sua família?

Oremos: 
1) Pela saúde integral da família brasileira. 
2) Pelos pais, para que assumam as responsabilidades pelo bem-estar de seus filhos. 
3) Para que haja boa comunicação em nossa família. 
4) Para que sejam eliminadas todas as distorções espirituais de nosso lar.
5) Para que nossa família seja verdadeiramente viva e saudável.


Fonte: Guia Devocional 30 Dias de Oração pela Família / Junta de Missões Nacionais