sábado, 14 de outubro de 2017

Criança precisa de amor e atenção


Por Kie Kume*


O nascimento de uma criança é a renovação da esperança. É a vida que se perpetua. E não há dúvida de que as crianças têm hoje mais oportunidades e mais condições de realizar seus sonhos do que tiveram as gerações passadas. Mas, se as oportunidades se multiplicam, também aumentam os desafios que acompanham cada nascimento. Neste mundo globalizado, aumentou enormemente a responsabilidade dos pais. Já não basta dar a vida, criar, alimentar e educar, como fizeram muitos pais no passado. Hoje, a realidade é outra e os pais precisam se adequar aos novos tempos. Novos caminhos surgem a cada dia.

Muito antes de formarem seu senso crítico e de estarem preparadas para fazer escolhas, as crianças são bombardeadas por um mar de mensagens dispersas, mimos, modismos e novos aparelhos – num ambiente quase sempre tempestuoso, que as torna irritadiças e permanentemente insatisfeitas. Não há diversidade de brinquedos, roupas, alimentos, celulares e jogos eletrônicos que consiga satisfazê-las. Os pequenos estão influenciando o consumo das famílias e substituindo as brincadeiras de rua pelo computador e a TV, com consequências perigosas para sua saúde e formação.

É com esse permanente ‘quero mais’ que os pais têm de lidar, exigindo muita conversa, orientação e bons exemplos. Os ‘nãos’ têm de dar lugar à construção de uma amizade e a um diálogo transparente e franco em relação ao que cada lado considerar certo ou errado, como o controle ou não do acesso à internet e às redes sociais. Muitos acham que a criança não tem maturidade para estar na internet. Outros ponderam que não adianta proibir algo que lhes é facilitado pelo celular que carregam. A saída possível é orientar, construir e acompanhar.

O escritor japonês Ryuho Okawa, autor do best seller Think BIG - O poder para criar o seu futuro, sinaliza a importância de se trabalhar o futuro da criança: “Se você deseja construir um futuro, precisa alimentar grandes sonhos em seu coração. Seus pensamentos determinam sua vida. Mas seus pensamentos precisam ser mais do que meras intenções. Cuide para que os pensamentos negativos não criem raízes. Tenha pensamentos afirmativos e positivos. Cuidado com as ideias que você planta em sua mente. Elas irão determinar o tom geral da sua vida.”

Uma dose redobrada de amor e compreensão se faz necessária por parte dos pais. Ryuho Okawa afirma que “o amor parece agir como uma forma de nutrição para a criança pequena. Quando o desejo de ser amada não é satisfeito, a criança reage, tornando-se provocadora e causando problemas aos outros”. Em palestra realizada no Japão, Okawa enfatizou que “a causa fundamental dos problemas da vida encontra-se na família, na infância, e muita gente chega à maturidade sem os ter superado. O modo de pensar e viver do indivíduo na infância é o ponto de partida, por isso tem um significado importantíssimo. Mas acontece que a família ideal, sem nenhum tipo de problema, simplesmente não existe. Toda família apresenta pontos positivos e negativos, toda família tem um ou outro tipo de problema”.

Diante desse desafio dos tempos modernos, é fundamental proporcionar uma boa formação humana e espiritual às crianças. Que por meio do amor, do diálogo, da compreensão e busca de ajuda, se necessária, cada um descubra o melhor caminho para cumprir sua missão. 



*Kie Kume é gerente da IRH Press do Brasil, editora que publica em português as obras de Ryuho Okawa. Um dos autores mais prestigiados no Japão, Okawa tem mais de 2.200 livros publicados, ultrapassando 100 milhões de cópias vendidas, em 28 idiomas. www.okawalivros.com.br 
                                 



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

SINAIS DE UMA VIDA PLENA


No livro A arte da imperfeição Brené Brown define os 10 sinais de uma vida abundante, que indicam o que uma pessoa plena se esforça para cultivar e do que ela luta para se libertar.

Uma pessoa plena:

1. Cultiva a autenticidade; se liberta do que os outros pensam.
2. Cultiva a autocompaixão; se liberta do perfeccionismo.
3. Cultiva um espírito flexível; se liberta da monotonia e da impotência.
4. Cultiva gratidão e alegria; se liberta do sentimento de escassez e do medo do
desconhecido.
5. Cultiva intuição e fé; se liberta da necessidade de certezas.
6. Cultiva a criatividade; se liberta da comparação.
7. Cultiva o lazer e o descanso; se liberta da exaustão como símbolo de status e da produtividade como fator de autoestima.
8. Cultiva a calma e a tranquilidade; se liberta da ansiedade como estilo de vida.
9. Cultiva tarefas relevantes; se liberta de dúvidas e suposições.
10. Cultiva risadas, música e dança; se liberta da indiferença e de “estar sempre no controle”.

Viver plenamente quer dizer abraçar a vida a partir de um sentimento de amor-próprio. Isso
significa cultivar coragem, compaixão e vínculos suficientes para acordar de manhã e pensar: “Não
importa o que eu fizer hoje ou o que eu deixar de fazer, eu tenho meu valor.” 

Trecho do Livro:  A Coragem de Ser Imperfeito de Brené Brown 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

VIVER COM OUSADIA

O QUE SIGNIFICA VIVER COM OUSADIA?
Não é o crítico que importa; nem aquele que aponta onde foi que o homem tropeçou ou como o autor das façanhas poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que está por inteiro na arena da vida, cujo rosto está manchado de poeira, suor e sangue; que luta bravamente; que erra, que decepciona, porque não há esforço sem erros e decepções; mas que, na verdade, se empenha em seus feitos; que conhece o entusiasmo, as grandes paixões; que se entrega a uma causa digna; que, na melhor das hipóteses, conhece no final o triunfo da grande conquista e que, na pior, se fracassar,
ao menos fracassa ousando grandemente.


Trecho do discurso “Cidadania em uma República”
(ou “O Homem na Arena”), proferido na Sorbonne
por Theodore Roosevelt, em 23 de abril de 1910.



As palavras do ex-presidente americano ecoam tudo o que aprendi em mais de uma década de pesquisa sobre vulnerabilidade. Vulnerabilidade não é conhecer vitória ou derrota; é compreender a necessidade de ambas, é se envolver, se entregar por inteiro.

Vulnerabilidade não é fraqueza; e a incerteza, os riscos e a exposição emocional que enfrentamos todos os dias não são opcionais. Nossa única escolha tem a ver com o compromisso. A vontade de assumir os riscos e de se comprometer com a nossa vulnerabilidade determina o alcance de nossa coragem e a clareza de nosso propósito. Por outro lado, o nível em que nos protegemos de ficar vulneráveis é uma medida de nosso medo e de nosso isolamento em relação à vida.

Quando passamos uma existência inteira esperando até nos tornarmos à prova de bala ou perfeitos para entrar no jogo, para entrar na arena da vida, sacrificamos relacionamentos e oportunidades que podem ser irrecuperáveis, desperdiçamos nosso tempo precioso e viramos as costas para os nossos talentos, aquelas contribuições exclusivas que somente nós mesmos podemos dar.

Ser “perfeito” e “à prova de bala” são conceitos bastante sedutores, mas que não existem na realidade humana. Devemos respirar fundo e entrar na arena, qualquer que seja ela: um novo relacionamento, um encontro importante, uma conversa difícil em família ou uma contribuição criativa. Em vez de nos sentarmos à beira do caminho e vivermos de julgamentos e críticas, nós devemos ousar aparecer e deixar que nos vejam. Isso é vulnerabilidade. Isso é a coragem de ser imperfeito. Isso é viver com ousadia.

Trecho do Livro:  A Coragem de Ser Imperfeito de Brené Brown 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

CRENTES



Pedro apresenta cinco elementos cruciais que devem caracterizar qualquer grupo de crentes:
(1) harmonia, ao procurar as mesmas metas e objetivos;
(2) compaixão, ao responder às necessidades de outros;
(3) amor, ao ver e tratar a outros como irmãos;
(4) comunhão, ao ser sensíveis em nosso afeto e interesse; e
(5) humildade, ao procurar animar aos outros e se alegrar com os triunfos de outros.
Estas cinco qualidades são de grande ajuda para que os crentes possam servir a Deus com eficiência.

Fonte: Um No Senhor

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Permanecer



Pedro escreveu sua primeira carta pouco antes do imperador Nero iniciar a perseguição dos cristãos em Roma e em todo império. Temendo por sua vida, Pedro negou três vezes conhecer a Jesus (João 18:15-27); agora, tendo aprendido a permanecer firme em um mundo malvado, anima outros que enfrentam perseguição por sua fé. Pedro mesmo viveu de acordo com as palavras que escreveu, já que foi martirizado por sua fé. Os que se mantem firmes em Cristo serão perseguidos, porque o mundo sofre nas mãos dos inimigos de Cristo. Mas assim como o pequeno grupo de crentes da Igreja primitiva se manteve firme frente à perseguição, de igual modo devemos estar dispostos a defender nossa fé com a paciência, a força e o valor que Pedro mostrou.

Fonte: Um No Senhor

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A Manifestação do Amor

LeituraI João 4. 9 e 10

Infelizmente, muitos imaginam Deus como um Ser distante, carrancudo, velhinho, apático, sombrio e vingativo – está é uma visão errada de Deus.

“Já antes da vinda de Cristo ao mundo, as grandes nações filosóficas, Grécia, China e Índia, haviam completado suas filosofias  e, depois delas, nada de significativo surgiu. Baseadas  nessas filosofias, surgiram também religiões, mas nenhuma delas se assemelha ao Evangelho, pois a religião é a busca do homem a Deus, por isso há muitas religiões. Mas o Evangelho é Deus buscando o homem, por isso, há um só Evangelho”  (E. Stanley Jones)

Deus, sendo amor, nunca desistiu de Ser repartir com as pessoas. Mesmo quando as pessoas desobedecerem a Deus e contraíram uma divida impagável, ele planejou enviar o Messias para pagar a dívida e restaurar o relacionamento. Essa dói a demonstração concreta e inquestionável do amor de Deus.  
(João 15.13)

Cristo, pela Sua expiação, removeu a barreira que impedia a comunhão com Deus. Esse amor é incondicional, espontâneo, busca o bem de outrem à causa do seu próprio bem e se sacrifica pelo outro. Nisso consiste o amor.


Trecho:  Lição “ Nós amamos com Deus nos ama?
Revista: Vivendo o Amor de Deus – Estudos nas cartas de João
Editora Cristã Evangélica

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

UMA QUESTÃO DE EXERCÍCIO DA FÉ



A carta de Tiago começa trazendo sábios conselhos que nos ajudam a perceber como o caminho com cristo transforma nossas atitudes. A verdade é que as palavras de Tiago imediatamente nos confrontam quanto a uma série de implicações práticas e pessoais da fé viva e verdadeira.

Tiago 1. 2-4
Trata de nossa atitude em relação às provações. Tiago nos convida a aceitar com alegria provações e dificuldades. Não porque elas em si sejam agradáveis, mas porque enxergamos além da experiência presente e prevemos os resultados, como crescimento e amadurecimento da fé.

Tiago 1.5-8
Aprendemos sobre a nossa expectativa em relação à ajuda de Deus. Tiago nos lembra de que nosso Deus é doador; e um dos seus presentes é a sabedoria. Lembremos que essa sabedoria é pratica: é a capacidade de aplicar verdades espirituais a decisões diárias.

A partir  do verso 19, Tiago começa a mostrar o quanto a nossa fé em cristo deve transformar e moldar nossas atitudes para com as pessoas com quem convivemos diariamente. Ele traz outros ricos conselhos que podem nos ajudar a fazer com que as atitudes de casa dia se tornem mais parecidas com as de Jesus.


Trecho: Lição "Princípios para a Mutualidade"
Revista:  Mega Teem – Cooperação  
Editora Cristã Evangélica