quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Existem pessoas cruéis disfarçadas de boas pessoas



Existem pessoas cruéis disfarçadas de boas pessoas. São seres que machucam, que agridem por intermédio de uma chantagem emocional maquiavélica baseada no medo, na agressão e na culpa. Aparentam ser pessoas altruístas, mas na verdade escondem interesses ocultos e frustrações profundas.

Muitas vezes ouve-se dizer que “quem machuca o faz porque em algum momento da vida também já foi machucado”. Que quem foi magoado, magoa. No entanto,  ainda que por trás destas ideias exista uma base verídica, existe outro aspecto que sempre nos custa admitir: A maldade existe. As pessoas cruéis, por vezes, dispõem de certos componentes biológicos que as empurram em direção a determinados comportamentos agressivos.

 “Não há maldade mais cruel que a que nasce das sementes do bem.” 
-Baldassare Castiglione-

O cientista e divulgador Marcelino Cereijudo nos assinala algo interessante. “Não existe o gene da maldade, porém há certos aspectos biológicos e culturais que a podem propiciar”. A parte mais complexa deste tema é que muito frequentemente tendemos a buscar rótulos e patologias em comportamentos que simplesmente não entram dentro dos manuais de psicodiagnóstico.

Os atos maliciosos podem ocorrer sem que exista necessariamente uma doença psicológica subjacente. Todos nós, em algum momento da nossa vida, já conhecemos uma pessoa com este tipo de perfil. Seres que nos presenteiam com bajulação e atenção. Pessoas agradáveis, com êxito social, mas que em privado delineiam uma sombra obscura e alargada. Na profundeza dos seus corações respira a crueldade, a falta de empatia, e até mesmo a agressividade.

As pessoas cruéis e a molécula da moral
Tal como dissemos anteriormente, até hoje ninguém conseguiu identificar a existência do gene da maldade. No entanto, nos últimos anos aumentaram os estudos sobre um aspecto fascinante: a denominada “molécula da moral”. Para compreender melhor o que é esta estrutura, iremos nos contextualizar a partir de uma história real. Uma história terrível, que lamentavelmente acontece com muita frequência.

Hans Reiser é um programador norte-americano famoso por ter criado os arquivos ReiserFS. Atualmente, e desde 2008, está na prisão de Mule Creek por ter assassinado sua esposa. Ele não teve problema em se declarar culpado e em revelar onde enterrou o corpo de Nina Reiser. Como dado curioso, vale a pena dizer que este especialista em programação dispõe de uma inteligência prodigiosa, ao ponto de ter iniciado os seus estudos universitários ainda adolescente.

Depois de um julgamento rápido e de ter ingressado na prisão de San Quintín, decidiu preparar ele próprio o seu recurso. Através de 5 folhas escritas à mão, argumentou  que o seu cérebro funcionava de maneira diferente. Reiser tinha conhecimento dos estudos que estavam a ser realizados sobre a oxitocina e a utilizou como argumento. Segundo ele, tinha nascido com o seguinte problema: o seu cérebro não produzia a chamada molécula da moral. Carecia de empatia.

Obviamente, e como era de se esperar, este argumento não o impediu de cumprir a pena perpétua. No entanto, o tema sobre a origem da maldade voltou a entrar em debate. Nos dias de hoje, dá-se pleno valor ao fato de que a oxitocina é o hormônio que faz de nós seres “humanos” na sua vertente mais autêntica. Pessoas educadas e preocupadas em ajudar, cuidar e empatizar com os nossos semelhantes.


Como se defender da crueldade camuflada
No nosso cotidiano, nem sempre nos relacionamos com pessoas tão cruéis como a anteriormente citada. Porém, somos vítimas de outro tipo de interações: as de falsa bondade, a agressividade encoberta, a manipulação, o egoísmo sutil, a ironia mais daninha, etc.

 “O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.” -Albert Einstein-

Estes comportamentos podem ser resultado de vários aspetos. Carência de inteligência emocional, um ambiente pouco afetivo onde a pessoa cresceu ou até mesmo um déficit na liberação da oxitocina. Tudo isto talvez determinará essa agressividade mais ou menos encoberta. De qualquer forma, não podemos esquecer que quando falamos de agressividade, não estamos nos referindo exclusivamente ao dano físico.

A agressão emocional, a instrumental ou a verbal são feridas menos denunciáveis devido à necessidade de serem provadas, mas são mais corriqueiras e por isso temos que nos defender. Explicaremos como.

Pessoas cruéis: saber reconhecê-las e evitá-las
Todos podemos ser vítimas das pessoas cruéis. Não importa a idade, o status ou as nossas experiências anteriores. Este tipo de pessoa pode ser encontrado no meio da família, em ambientes de trabalho e em qualquer outro cenário. No entanto, podemos identificá-las de várias formas.

A pessoa de coração obscuro nos seduzirá com a mentira. Elas irão se camuflar por trás de palavras bonitas e atos nobres, mas pouco a pouco surgirá a chantagem. E mais tarde, a criação do medo, da culpa e da violência mental.
Perante estes mecanismos, cabe apenas uma opção: a não-tolerância. Não importa que seja a nossa irmã, nossa parceira ou um colega de trabalho. Os perturbadores da calma e do equilíbrio só buscam uma coisa: acabar com a nossa autoestima para ter o controle.

Teremos a sensação clara de que não há saída. De que elas nos têm sob suas redes. No entanto, vale recordar que “é mais poderoso aquele que é dono de si mesmo”. Por isso, é importante acabar com o jogo da dominação e da agressividade com determinação.

Os jogos da dominação e da agressividade encoberta são muito complexos. No entanto, é necessário agir com rapidez para remover armadilhas e reagir a ameaças veladas. No momento em que sentirmos desconforto ou preocupação em relação a certos comportamentos, só existe uma opção: a distância.

Fonte: www.amenteemaravilhosa.com. br

quinta-feira, 19 de julho de 2018

~O tempo e como nos relacionarmos com ele~

Por: Virgilio Magalde
Site: www.contioutra.com


Tempo, tempo, tempo…

O tempo passa; adianta; corre; voa; avança; leva; faz esquecer e faz lembrar; faz ter esperança e faz perder a esperança; dá paciência e a tira também; faz ter certezas e faz perder todas elas; dá o controle por horas-minutos-segundos e faz perder o controle por avançar - aconteça o que acontecer -; eterniza momentos e faz outros apenas serem um lapso; traz amigos-famílias-amores e leva amigos-famílias-amores; une-nos em determinados períodos e afasta-nos em outros…

AH, SE NÃO FOSSE O TEMPO…

Esse tempo que inventamos, que montamos, que criamos, que contamos, que somamos, que diminuímos, que multiplicamos, que dividimos e que nos guia em nosso dia e em nossas decisões.

Ah, homem, que não sabe quanto tempo tem e nem quando tudo aconteceu. Não sabe quando chegou aqui, não sabe se já viveu aqui, não sabe se já foi a outros lugares, não sabe se nascerá, não sabe todos que são seus pais, mães e irmãos.

Que horas são agora?

Quem disse isso? Foi o céu, o sol, a lua, o mar, as estrelas, a terra, a natureza? Mas nenhum deles lhe mandou viver por isso. Mendigamos segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses, anos e décadas, sem saber nada sobre isso. Apenas tratamos da matemática, mas esquecemos a nossa história, a nossa geografia, a nossa física, a nossa química e que tudo isso está em constante mudança.

Não deixe o tempo enjaulá-lo. Saia dos seus limites. Você provavelmente tem um tempo para tudo: trabalhar (talvez o maior deles), comer, dormir, ler, escrever, exercitar-se, namorar, cuidar, comprar, brincar (talvez o menor deles). Talvez não sejamos sempre a mesma pessoa: quando brinco, posso ser diferente de quando trabalho; quando cuido, posso ser diferente de quando namoro… E assim nos vamos particionando. Ficamos partidos e segmentados em personalidades, enquanto o nosso maior objetivo é ser união.

Temos família, parentes, amigos, colegas e namorados para promover essa união. Temos um trabalho para fazer algo em conjunto, temos uma religião para nos aproximar de algo maior, temos um relacionamento para nos unir em pensamentos e emoções e temos uma família para aprendermos a viver em amor.

Inventamos o dinheiro, mas, na verdade, o que estamos sempre trocando é o nosso tempo. Esse tempo que poderia ser mais aproveitado, ou não. Vamos à escola, para que o nosso tempo possa ser valorizado no futuro. Na faculdade, também acontece o mesmo: obtermos uma profissão que seja bem remunerada. Quando trabalho, assino um contrato de que receberei X reais para trabalhar X horas diárias/semanais. Para quem estou vendendo o meu tempo? Vale a pena vendê-lo? Gosto disso?

AH, SE NÃO FOSSE O  TEMPO…

Teríamos tempo para nossos pais, para os nossos irmãos, para os nossos amigos, para os nossos amores, para sermos os nossos melhores sonhos, para fazermos o que gostamos, para estudarmos o que nos motiva… Teríamos tempo para sermos quem realmente estamos aqui para ser.

Tempo, já que você me deu tudo e um dia vai me tirar tudo, quero que saiba que não vou mais o seguir. Não vou mais me basear em você, não vou dividi-lo, não vou mais contabilizá-lo. Você continuará, mas uma grande parte de mim, não. E quero usá-lo, mas sem basear a minha vida em segundos-horas-minutos-dias. Eu quero deixar o passado e também o futuro. Eu quero o gosto de cada momento. Eu quero o agora, que é a única coisa que me deve, por me ter deixado chegar até aqui. Eu quero é viver sem medo do que aconteceu no passado e sem planejar um amanhã perfeito. Eu quero aprender a aceitar o que tem para agora e quero viver nisso, sem cobranças minhas ou dos outros.

Tempo, se eu viver por você, na verdade nunca terei vivido. Um dia tudo será passado. Quero aproveitar cada respiração, toda vez que eu tomar um banho, toda vez que eu colocar na minha boca aquela deliciosa comida, toda vez que os meus pés tocarem no chão e toda vez que sair um som da minha garganta.

Podemos experimentar dizer:

Tempo, me despeço de você, sabendo que, no fundo, você não vai embora, mas sim aquele velho padrão social. Eu o saúdo e agradeço.

sábado, 30 de junho de 2018

Meus trechos de: A Abolição do Homem



O dever do educador não é o de derrubar florestas, mas o de irrigar desertos

Uma ética baseada no instinto vai dar ao Inovador tudo o que ele quer e livrá-lo de tudo o que não quer.

Dificilmente você poderia abrir um periódico sem tropeçar na afirmação de que nossa civilização precisa de mais “movimento” ou “ dinamismo”, ou abnegação ou criatividade.

Em espécie de ingenuidade macabra, removemos o órgão e demandamos sua função. Criamos os homens sem peito e esperamos deles a virtude e a iniciativa.

Zombamos da honra ficamos chocados ao encontrar traidores em nosso meio.

Nós os castramos e exigimos dos castrados que sejam frutíferos.

Quanto mais complexa a atividade, mais consciente ela é.

Nada do que é humano me é alheio .

A mente humana ao tem mais poder de inventar um novo valor do que de imaginar uma nova cor primária ou até de  criar um novo sol e um novo céu, no qual ele possa se mover.

Duvido que a história nos dê um exemplo de homem que, tendo dado o passo para fora da moralidade tradicional e tendo obtido poder, tenha usado esse poder de forma benéfica.

Não seremos, na verdade, nada mais que escravos e marionetes daquele a que vendemos nossas almas.

Você não pode “enxergar o que está por trás” das coisas para sempre. O propósito todo de perscrutar alguma coisa é de ver a realidade através dela.

É bom que a janela seja transparente, porque a estrada ou o jardim  que está la fora é opaco.

Se você perscrutasse tudo, então tudo seria transparente, mas um mundo totalmente transparente é um mundo invisível.

“Perscrutar” todas as coisas é o mesmo que não enxergar nada.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Coisas que só pessoas que gostam muito de livros entendem



Porque, às vezes, não existe companhia melhor do que uma boa história!

Por: Marcela Bonafé/Adaptado

É muito comum ouvir alguém afirmando que não gosta de ler ou que tem preguiça. Para quem é apaixonado por livros, isso seria o mesmo que dizer que não gosta de respirar. Afinal, ler já virou necessidade! Você sabia que existe até uma palavra para definir pessoas que amam e colecionam livros? É bibliófilo. Se identificou?! Então, com certeza, você sabe exatamente como é…

Comprar um livro pela internet e ficar muito ansiosa pela entrega.
Abrir o site todos os dias para checar a previsão de entrega… Quem nunca?

Marcar os livros com lápis e post it.
Assim fica mais fácil encontrar as partes favoritas.

Entrar na livraria para comprar um exemplar e sair com muito mais
É tão difícil resistir.

Preferir ficar em casa lendo…
Afinal, no livro você pode ir para outro lugar sem sair da sua cama e sem tirar o pijama.

Ser chamada de louca porque tem reações extremas enquanto lê.
Ler em público é sempre um problema porque você chora, ri, grita e fala com as personagens, o que atrai olhares estranhos das pessoas.

Cheirar livros. Sim! Ahh… Cheirinho de livro novo.   Tem coisa melhor?!
Não dá para explicar, é muito bom.

Criar milhares de expectativas para ver como vai ficar uma adaptação para o cinema.
Como não ficar tensa ao imaginar quem vai interpretar as personagens que você ama?! Sem falar na curiosidade pelo roteiro, que sempre omite alguns detalhes da história… aaaaa!

Desenvolver a habilidade de ler em qualquer lugar, inclusive em movimento.
As pessoas até te perguntam como você consegue ler no ônibus balançando.

Ficar desesperada quando vê alguém dobrando a página ao invés de usar marcador.
Se não tiver marcador, pegue uma notinha fiscal, uma folha de árvore, um folheto. Mas, por favor, não dobre a coitada da página.

Sentir ciúme dos próprios livros.
Afinal, eles são especiais.

Desejar muito ter uma biblioteca em casa.
Bem grande e lotada. Você nem precisa de um quarto, pode dormir lá dentro mesmo.

Sentir orgulho da estante, como se cada livro exposto fosse um troféu!
a estante está sempre impecável.

Ter mais livros do que tempo para ler.
Sua pilha de leituras é enorme e só aumenta.

Querer muito morar dentro de algum livro.
Às vezes, você se apaixona tanto por uma história que fica morrendo de vontade de fazer parte dela.

Criar e idealizar todas as personagens e cenas na sua cabeça.
Essa é uma das partes mais legais, porque cada pessoa imagina coisas diferentes sobre um mesmo livro.

Julgar um livro pela capa.
Não dá para negar que às vezes você sente vontade de ler um livro só porque a capa é maravilhosa.


.........Boa leitura bibliófilos 

terça-feira, 19 de junho de 2018

Se não pode contar como fez, não faça


 ~Por: Ingridy Ribeiro - Coach de Vida &Carreira ~
Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Fernandez Anaya surpreendeu o público. Ele era o segundo colocado da prova quando viu o queniano Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vencer, por pensar erroneamente que já havia ultrapassado a linha de chegada. E o que fez o espanhol? Ao invés de aproveitar o erro do adversário para vencer a corrida, o alertou e ainda o empurrou até a vitória.
Logo após o episódio, um jornalista se aproximou de Fernandez e perguntou: "Por que você fez o que fez?". E o espanhol respondeu: "Fiz o que?". Fernandez tinha valores de conduta tão fortes e claros, que tal questionamento não fazia sentido e, portanto, não entendeu a pergunta que lhe foi feita. O jornalista insistiu em questionar por qual razão ele tinha feito aquilo e, o jovem espanhol repetiu: "Isso o quê?". Para Fernandez não havia outra coisa a se fazer senão aquilo que ele havia feito. Simples assim.
O jornalista teimou: "Você deixou ele ganhar!". "Eu não deixei ele ganhar, ele ia ganhar!", respondeu Fernandez. "Mas ele estava distraído", repisou o jornalista. Fernandes foi fatal: "Se eu deixasse ele ganhar, qual seria o mérito da minha vitória? O que é que, quieto e sem câmeras, eu ia pensar de mim mesmo? Se eu subisse no pódio, no lugar de número 1, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu sucesso? Se eu fizesse isso, o que eu diria para minha mãe?"
Esse texto foi inspirado em uma entrevista que assisti do Mario Sergio Cortella. Ele acredita que a figura da nossa mãe, é o último reduto que não queremos envergonhar e cita Immanuel Kant, grande filósofo alemão do século 18, em uma frase estupenda: "Tudo o que não puder contar como fez, não faça".
Afinal, se há razões para não contar, essas são as razões para não fazer. E isso não diz respeito a sigilo e privacidade, a mensagem é: tudo o que não puder contar como fez, porque se alguém souber você ficará com vergonha de ter feito, então nem faça.
Cortella ainda cita o apóstolo Paulo dos cristãos: "tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". (Coríntios 6:12).
Ou seja, você pode fazer qualquer coisa, porque você é livre. Mas você não deve fazer qualquer coisa. E o que você não deve fazer? Aquilo que suja, que macha sua trajetória, que agride a sua comunidade, aquilo que envergonha a si mesmo e as pessoas que você ama e em última análise, o que entristece sua mãe.
Que possamos ir para a cama - quietos e sem câmeras - todas as noites de bem e não envergonhados com a gente mesmo!



sábado, 26 de maio de 2018

Meus trechos de 'Ego Transformado'


·     Quatro verdades sobre a condição natural do ego humano: ele é vazio, dolorido, atarefado e frágil.


O ego humano natural é fundamentado em algo além de Deus.

O tempo inteiro, o ego exige que qualifiquemos nossa aparência e a maneira como somos tratados.

Pense nisso: dificilmente atravessaremos um dia sem nos sentirmos esnobados ou ignorados, sem achar que somos idiotas ou sem atormentar a nós mesmo.

O orgulho é competitivo por definição.

É isso que o ego faz o tempo inteiro, tralhamos em coisas de que não gostamos....Realizamos todo tipo de coisas, não pelo prazer de realiza-las, mas apenas para construir um currículo impressionante.

Orgulho é o prazer de se sentir melhor do que os outros.

O ego vive ocupado. Ocupadíssimo o tempo inteiro.

Não devemos  valorizar demais o que as pessoas pensam a nosso respeito.

Decida quem você quer ser e seja, pois o que realmente interessa é como você se enxerga.

A essência da humildade resultante do evangelho não é pensar em mim mesmo como se eu fosse mais, nem pensar em mim mesmo como se eu fosse menos é pensar menos em mim.
A humildade do evangelho mata a necessidade que tenho de pensar em mim.

A humildade verdadeira que brota do evangelho significa ter o ego satisfeito, não inflado.

A pessoa que se esquece de si mesma não se sente ferida, não fica mal quando criticada. A pessoa ouve a critica e a entende como oportunidade de mudança.

...a identidade cristã opera de modo totalmente diferente das outras identidades.

Temos que reviver o evangelho a todo instante e perguntar a nós mesmo por que estamos no tribunal. Ali não é mais o nosso lugar. O julgamento terminou.

sábado, 12 de maio de 2018

Sintomas ocultos do Estresse


Estresse ainda é uma doença que não é facilmente identificada, principalmente quando as conquistas pessoais e profissionais parecem ser constantes. Porém, o excesso de tempo dedicado ao trabalho pode trazer consequências danosas para a saúde, para isso, a psicóloga e coach de carreira Adriana Vicco aponta alguns sintomas ocultos que o estresse pode causar no dia a dia do trabalho.

Isolamento social:
Sintomas: A vida profissional toma conta de todo o seu tempo e muitas vezes não consegue fazer uma única refeição por 40 minutos sem tocar no celular ou para contatar alguém e resolver uma pendência ou responder alguma solicitação.
O que ocorre: Além da sobrecarga de trabalho, será também demandado por reclamações da família, amigos e todos que o cercam. Não existirá válvula de escape para se libertar dos problemas, o que pode ser um grande gerador de estresse.

Doenças recorrentes:
Sintomas: Se a pessoa não para o corpo a faz parar. O estresse por excesso de trabalho se torna algo físico, e pode diminuir a imunidade fisiológica sendo assim fica mais fácil estar suscetível a gripes e resfriados, problemas estomacais e tendo inclusive frequentes dores de cabeça. Mesmo após uma longa noite de sono, a fadiga permanece.
O que ocorre: Esta é uma das maneiras que o próprio cérebro encontra para que o corpo possa se reestabelecer, incluindo a diminuição de informações que chegam ao cérebro. O excesso desse tipo de estresse é responsável pela liberação de uma substancia chamada Cortisol, ela pode causa perda de massa óssea a longo prazo. 

Tristeza constante:
Sintomas: Um sentimento muito comum é a falta de alegria e nenhum sentimento de realização. Tudo parece pesado e cansativo. A vontade de fugir de tudo e de todos é constante, quer ter um isolamento sem explicação, não tem esperança, não se sente reconhecido, acha que é rejeitado e injustiçado.
O que ocorre: Há uma percepção de excesso de doação e pouco reconhecimento, se isso se junta a uma baixa liberação de serotonina, que é responsável pela sensação de bem estar e  felicidade, pode desencadear uma grave depressão.

Agressividade:  
Sintomas: Explode por qualquer motivo, tem pouca capacidade de ouvir, não tem paciência de negociação,  grita, fala alto e é sarcástico.
O que ocorre: O excesso de ação agressiva também libera o Cortisol, um dos efeitos mais rápidos de serem observados é a perda da memória e aprendizado.

“Grande parte das pessoas só identificam o estresse quando ele chega a um estágio avançado, porém o nosso corpo dá sinais que podem nos ajudar a criar alternativas mais saudáveis.” Conclui a coach. Para ela, algumas dicas simples podem ajudar a evitar a entrar em um estado de estresse:  
*Não Guardar Ressentimentos 
*Aprender a falar sobre o seu sentimento e opinião 
*Aprender a ouvir com mais atenção 
*Aprender a dizer NÃO a algumas demandas de trabalho e 
*Investir em esportes e principalmente em autoconhecimento, para que entenda como você é afetado com as demandas a que se expõe e como poderia melhorar o que não está bom.


Por: 
Adriana Vicco é graduada em Psicologia, Pós Graduada em Administração Geral, atuou nas áreas de Recursos Humanos principalmente em Treinamento e Desenvolvimento, Proprietária da AVicco Consultores, especializada em Desenvolvimento de Pessoas e Organizações Certificação Internacional na Califónia em Coaching Inner Game com Timothy Gallwey e John Whitmore; International Coaching Certification Program in Personal and Executive Coach, formada pelo ICI – Integrated Coaching Institute que é credenciado pelo ICF – International Coach Federation. Também com formação como Coach pela Marcondes e na Metodologia PulvermacherFirth trazida para o Brasil por DA Consulting. Autora de livros.
Fonte: Assessoria de imprensa - Melissa Stranieri